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7 boas práticas para gerenciar equipes de alta performance

Para ter sucesso como líder empresarial, é fundamental saber o que deve ser feito para obter êxito em gerenciar equipes de alta performance.

De fato, ninguém conquista o topo sozinho: os ambientes competitivos atuais estão cheios de exemplos de empresas e profissionais que só atingiram seus objetivos por que apostaram no trabalho coletivo.

Uma equipe é mais do que apenas a reunião de um grupo mais ou menos heterogêneo. Equipes de alta performance são interdependentes e seus membros confiam um no outro.

Ao longo deste artigo abordamos 7 excelentes práticas para ajudar você a montar uma equipe vencedora e de alto desempenho. Boa leitura!

1. Foque em resultados e produtividade

Ao liderar colaboradores qualificados, você não deve priorizar a manutenção de horários rígidos de trabalho. O foco deve ser deslocado para performance e produtividade. Obviamente, há exceções, como as relacionadas ao atendimento de clientes.

Em vez disso, defina metas claras que você saiba que levarão, em média, cerca de 40 horas semanais para serem realizadas. É recomendável, além disso, requerer pontualidade em reuniões importantes e disponibilidade em situações críticas.

Forneça ferramentas que os permitam acessar tarefas remotamente, quando necessário. No mais, deixe-os gerenciar seu próprio tempo. Isso estimula a sensação de liberdade e satisfação pessoal (elementos indispensáveis para uma equipe de alta performance).

2. Delegue tarefas de acordo com o talento de cada colaborador

Certifique-se de delegar tarefas para as pessoas certas. Isso é especialmente válido no caso de assumir a gestão de uma equipe que trabalha junto há algum tempo. Faça um balanço de todos os talentos que você tem no time e apenas reorganize as funções de cada membro se tiver certeza de que isso melhora as chances de sucesso.

Não mantenha determinado profissional em um papel apenas porque ele já se acostumou. Nesse caso, os colaboradores podem se mostrar relutantes, porém, você deve se esforçar para convencê-los de que a mudança atende ao seu melhor interesse, expondo os benefícios que isso trará para a empresa.

3. Promova uma cultura de excelência

Promova uma cultura de excelência e alta performance estabelecendo metas agressivas e responsabilizando seus colaboradores pela geração de relatórios regulares sobre o progresso alcançado.

No entanto, os objetivos devem ser factíveis, de modo a evitar atrasos constantes e a desmotivação da equipe por não conseguirem realizá-los. Sendo assim, você deve reavaliar regularmente as metas definidas (pelo menos em uma base trimestral) para decidir se elas precisam ser reduzidas ou ampliadas.

4. Demonstre confiança em sua equipe

Colaboradores qualificados normalmente têm empregos que exigem soluções criativas e a tomada de decisões estratégicas. Eles precisam permanecer afiados mentalmente para alcançar o melhor desempenho. Como líder, é sobre você que recairá o ônus de criar uma atmosfera que promova e incentive esse tipo de criatividade.

Uma das melhores coisas que você pode fazer é deixar seus colaboradores saberem que você confia neles e que tem fé em sua capacidade de agir com eficiência na solução de problemas e no cumprimento de prazos.

5. Evite a individualização de responsabilidades

É inevitável: durante sua rotina de trabalho haverá momentos em que ocorrerão falhas e haverá coisas que simplesmente não sairão do jeito que você espera ou deseja. Faça um balanço (ainda que seja informal) para descobrir o que deu errado e aprender com isso. Se houve erros graves cometidos individualmente, lide com eles em particular.

Se necessário, deixe a pessoa conhecer suas expectativas de como isso deve ser tratado no futuro. Não responsabilize publicamente os seus colaboradores (direta ou indiretamente) em reuniões ou e-mails de equipe.

Se você fizer isso, correrá o risco de criar uma atmosfera na qual as pessoas têm tanto medo de cometer erros que não passam tempo suficiente atuando do modo proativo e criativo necessário para evitar futuros problemas ou impulsionar as próximas inovações.

6. Elimine projetos errados do jeito certo

Outra parte importante da gestão da inovação é saber como eliminar projetos de forma eficaz. Há momentos em que iniciativas falhas irão expor os pontos fracos de certos colaboradores, porém, na maioria das vezes, você terá bons funcionários trabalhando em projetos que simplesmente não funcionam.

Determinar a diferença entre esses dois cenários faz parte de se tornar um bom líder. Se for um bom profissional em um projeto ruim, deixe claro para a equipe que a pessoa em questão não será considerada menos talentosa apenas por que o projeto não se materializou.

Portanto, certifique-se de usar o fracasso como uma experiência de aprendizado e atribua novas tarefas aos colaboradores envolvidos. Isso contribui para evitar que sua equipe desenvolva aversão a correr riscos e se torne temerosa de fazer qualquer movimento mais ousado.

7. Não forneça todas as respostas: construa consensos

Você é o líder. Entretanto, isso não significa que você possui o monopólio de todas as boas ideias. Se os seus colaboradores hesitam em tomar decisões sem antes solicitar sua opinião, você não os habilitou como deveria. Se a sua equipe é incapaz de tomar decisões próprias, você deve mudar suas táticas.

Da próxima vez em que lhe apresentarem informações e perguntarem o que fazer sobre determinada situação, “devolva a bola” e pergunte-lhes: “O que vocês acham?”.

Eles podem ficar surpresos no início, mas depois de fazê-lo várias vezes, começarão a pensar antes de chegarem até você e somente o farão quando estiverem totalmente preparados para discutir o assunto e propor uma recomendação ou alternativa.

Isso é bom por que eles geralmente estão mais próximos do cliente e, portanto, mais familiarizados com os detalhes do trabalho a ser realizado.

Uma das suas principais responsabilidades no gerenciamento é a comunicação sobre novas iniciativas e mudanças de estratégia.

A pior coisa que você pode fazer é surpreender os membros da equipe com uma ideia totalmente formada sobre uma nova maneira de fazer algo capaz de alterar drasticamente processos bem estabelecidos.

Em tais situações, as pessoas tendem a ser naturalmente defensivas e céticas. Sempre que possível, ofereça informações prévias, ainda que informais, e deixe-os conhecer alguns dos raciocínios envolvidos na mudança.

Se eles não concordarem, estimule-os a expressarem suas razões. Assegure-se de considerar suas colações antes do plano final se solidificar.

Um curso de ação ainda melhor é fazer uma sessão de brainstorming com sua equipe enquanto você ainda estiver formulando uma nova ideia ou alteração de estratégia, valorizando todos os comentários e contribuições.

Não se esqueça de que para gerenciar equipes de alta performance é indispensável liderar pelo consenso e não pela imposição.

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Juliano da Monitora
Produtor de Conteúdo na Monitora